…
Graficamente de um minimalismo admirável, com um catálogo exemplar e sem cedências, uma das grandes editoras espanholas de hoje.
Mais do que uma editora, uma estrutura de acolhimento e desenvolvimento de projectos que visam dar a reconhecer o livro como uma obra de arte.
Um nome inesperado e inspirado. Livros ilustrados para grandes e pequenos, em regime de produção quase artesanal. Uma lição para o futuro do livro.
Um livro de cada vez, do princípio até ao fim: concepção, escrita, ilustração que é bem mais do que isso – é impossível não destacar o trabalho de Bernardo Carvalho -, impressão cuidada em materiais bem seleccionados. Uma lição: as editoras não se medem aos palmos.
Graficamente, pelo menos, a mais notável editora do Brasil.
Uma referência, no domínio da edição de clássicos greco-latinos e nos estudos nessa área.
Da Catalunha, design, arquitectura, artes visuais, novos média, com algumas edições em português.
A maior imprensa universitária do mundo. Fundamental.
«Livros de cultura contemporânea». Artes visuais, design, cinema, artes performativas. Uma referência.
Um projecto exemplar, da autoria do grande antropólogo Marshall Sahlins, devidamente coadjuvado pela família. Livros-manifestos, portáteis e fundamentais.
Não é pequena nem marginal, mas é talvez a mais rica em alternativas de leitura para um amante dos livros, dos clássicos aos contemporâneos. Uma lição para as pretendentes ao título de «maior editora portuguesa», que todas se parecem entre si. Sempre fundamental, sempre na linha da frente.
Seguramente o caso mais notável, no equilíbrio entre qualidade do catálogo e desenho geral dos livros, das capas ao miolo, passando pela escolha dos materiais, entre as editoras recentes portuguesas. Destinada a ser grande.
O melhor catálogo de Portugal em teatro, em autores brasileiros (dos que contam…), nos clássicos greco-latinos, etc.
Literatura em tradução, com um catálogo assinalável.
Pequena mas com um catálogo e um visual cuidados.


