Agora e sempre, «Monogamia» (I)

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Os Livros Cotovia acabam de editar Going Sane, um dos melhores livros recentes de Adam Phillips, com o título (herdado da muito criativa tradução brasileira) Louco para não dar em louco. É altura de recordar Monogamia (livro e filme), o magnífico conjunto de aforismos com que a Angelus Novus estreou, há apenas alguns meses, o autor em Portugal, numa tradução irrepreensível de Abel Barros Baptista. À venda nas melhores livrarias.

Para ver que não estamos a inventar, aqui fica o fragmento que leva o nº 10:

Como um íman que atrai vícios e virtudes, a monogamia, tal como antes a religião, torna reais as mais amplas abstracções. Fé, esperança, confiança, moralidade tornaram-se agora assuntos domésticos. De facto, a monogamia é a nossa religião secular e por isso a opomos, não à bigamia ou à poligamia, mas à infidelidade. Deus pode ter morrido, mas o casal com fé cumpre a sua obrigação.

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