
No blogue da Poesia Incompleta, Changuito, seu incansável animador, comenta, a propósito de dois livros de Manuel Resende (um deles o nosso O Mundo Clamoroso, ainda): «gostava muito que este senhor cá viesse»
Nós também, mas ele não larga a horta em Santarém… E o catálogo do Ikea, como se vê pela imagem junta…
Em todo o caso, enquanto ele não aparece, propomos a leitura de poemas como «Sai de Casa», «Marek Edelman, herói do gueto de Varsóvia», «Diário de Hannah Arendt» ou «Dentes Portugueses».
Palavras para quê? É um (grande) artista português.



Um grande, grande poeta. Um enorme tradutor. Um sábio.
Resumindo, um sportinguista.
Sim, sportinguista: poeta como o Bettencourt, tradutor como o Bento, sábio como o Miguel Veloso.
Mais um caso em que, nitidamente, Changuito atira ao calhas e acerta em cheio.