Henrique Perdigão, por Sérgio C. Andrade

Hoje, no Público, Sérgio C. Andrade faz uma bela evocação de Henrique Perdigão. Transcrevemos um excerto:

E recordo sempre o optimismo com que, mais do que uma vez, Henrique Perdigão contrariava o queixume habitual dos livreiros e dos comerciantes da Baixa do Porto e dizia, por exemplo, que a chegada da FNAC àquela zona da cidade tinha sido “uma coisa boa”, porque permitia aos leitores e amadores de livros perceber a diferença, a muito poucos metros de distância, entre uma livraria e uma loja de venda de livros ao lado de outros produtos da moda audiovisual.

A ler na íntegra, em memória daquele que era, de facto, «um homem da grande família dos livreiros».

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