Camilo Castelo Branco na Angelus Novus

«Êxito fenomenal e extralusitano»: foi assim mesmo que o próprio Camilo designou a 5ª edição do Amor de Perdição, no prefácio que para ela escreveu em 1879. A ideia vingou, e hoje não haverá uma alma letrada que não acredite ter lido a famosa novela, que não a julgue esgotada pelo esforço continuado de exegetas dedicados. A primeira lição da revisão empreendida por este livro consiste precisamente em desmentir essa ideia: o Amor de Perdição chegou muito tarde aos programas escolares, e é das menos estudadas novelas camilianas, já de si pouquíssimo consideradas nos programas, até os universitários. Os autores dos ensaios aqui reunidos, quase todos jovens estudiosos escrevendo sobre Camilo pela primeira vez, praticam uma revisão rigorosa e exigente: retomando problemas tradicionais, abrem novos caminhos de leitura. Abrem a possibilidade de novas possibilidades: entregam ao leitor interessado uma novela decerto famosa mas em rigor desconhecida.

Colaboram nesta revisão Abel Barros Baptista, que coordena o volume, Ana Paiva Morais, Ângela Fernandes, Luís Prista, Roberto Mulinacci, Clara Rowland, Sérgio Guimarães de Sousa.

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