Manuel Gusmão seleccionado por António Guerreiro no Balanço de 2009

Na edição do Expresso de 31 de Dezembro, no balanço promovido pelo Actual, na secção Livros, António Guerreiro inclui nos seus 10 destaques o ensaio de Manuel Gusmão, Finisterra. O Trabalho do Fim: reCitar a Origem. Re-Citamos da origem, com a devida vénia:

Ainda no plano dos livros que nos convidam a olhar para o nosso cânone literário, importa referir o ensaio de Manuel Gusmão sobre ‘Finisterra’, de Carlos de Oliveira, porque este romance continua a ser uma espécie de objecto não identificado no nosso planeta literário, um lugar de resistência como o são os livros de Maria Gabriela Llansol, cujo espólio comelou agora a ser editado.

Num texto prévio e de comentário «crítico» sobre a situação actual da ideia de «literatura nacional» face ao domínio da world fiction, António Guerreiro confronta polemicamente um autor representativo da actual literatura norte-americana, e «internacional», como Philip Roth, com o livro de Manuel Gusmão, nos seguintes termos:

O que pode, contra mais um Philip Roth, um ensaio como o de Manuel Gusmão sobre ‘Finisterra’, de Carlos de Oliveira, no ano em que esse grande romance da literatura portuguesa cumpriu o seu 20º aniversário? [De facto, Finisterra foi publicado em 1978]

Se calhar até pode: ratificar a estranheza, histórica e estética, de Finisterra. Paisagem e Povoamento. Não é pouco.

Mas claro que concordamos com António Guerreiro (e, antes, com Pedro Mexia): o livro de Manuel Gusmão é digno de todos os destaques.

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