«Um livro que é um murro no estômago»: Isabela Figueiredo n’«Os meus Livros»

Acaba de sair o número de Fevereiro da revista Os Meus Livros e, na secção de recensões, o Caderno de Memórias Coloniais recebe 4 estrelas, em texto assinado por João Morales. Transcrevemos dois excertos. O início do texto:

Há livros de memórias que parecem ter som. E Isabela Figueiredo consegue-o perfeitamente nestes crutos textos (nascidos no blogue Mundo Perfeito) onde nos fala da sua experiência em África, do racismo praticado pelo pai, do sentimento de ódio que isso lhe recalcou, da descoberta da sexualidade ou do sentimento de se sentir num «mundo de ninguém» ao entrar em Portugal.

E a conclusão:

Isabel levou anos até escrever o que a atormentava; até assumir esta catarse. «Precisamos de tempo para compreender. Para matar. Para poder olhá-los de novo na cara com o mesmo amor. Para perdoar.» E só o fez depois da morte do pai. Um livro que é um murro no estômago.

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Uma resposta

  1. Cheguei aqui vinda do Bibliotecário de Babel. Estou com muita vontade de ler seu livro. Há alguma previsão de sua publicação no Brasil?

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