A Prisão do Gungunhana # 7

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Cerca das 9h (a. m.) chegámos a Zimacaze. Embarcada a força europeia e os presos, toda a gente de guerra formou ao longo da margem direita do rio. Levantei a bordo 4 vivas a El-Rei, à família Real, à Armada e ao Exército, entusiasticamente correspondidos pelas praças da Marinha e do Exército que estavam armadas e debaixo de forma no spare-deck e em seguida a gente de guerra soltou três bayetes, saudação que eu lhes tinha feito explicar se dirigia naquela ocasião a El-Rei. Depois cantaram o “Incuaia”, acabando por uma torrente de insultos da mais requintada torpeza, àquele de quem havia poucos dias tremiam com medo.

pág. 37

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