Próximo sábado, 10 de Março, no Gato Vadio

Imagem de Luís Nobre.

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«Doutor Avalanche» em Braga, hoje!

É hoje, em Braga, na Capítulos Soltos. Luís Mourão falará sobre Doutor Avalanche e, como se vê pela demonstração acima, ou por esta aqui, vai ser dos diabos!

Ru Manuel Amaral na Universidade do Minho

É já amanhã, na Universidade do Minho, que Rita Patrício falará da obra de Rui Manuel Amaral, autor do recente (e delirante) Doutor Avalanche. Se vive acima ou abaixo de Braga, não deixe de comparecer. Mais informações, aqui.

«Doutor Avalanche», de Rui Manuel Amaral, em Braga

Não é um terramoto em Lisboa… é uma dose de Avalanches, e é no dia 4 de Dezembro de 2010

O amigo e o Kindle

Foto "O Kindle e o amigo", por Rui Bebiano, publicada em "A terceira noite"

 

O nosso é a cores, não se parte, tem cheiro e pode-se usar para endireitar a perna de uma mesa. Ah, e é produto nacional, podendo pois ser usado também como instrumento de luta contra as importações que só aumentam a nossa dívida…

 

(clique na imagem para visualizar o post original, de Rui Bebiano, em “A terceira noite”)

 

Lançamento em Lisboa – 4 de Dezembro de 2010

Rui Manuel Amaral no Diário Câmara Clara

 

O Diário Câmara Clara, magazine cultural da RTP 2, emite, às 22h35 de hoje, uma peça dedicada ao livro Doutor Avalanche.

«Doutor Avalanche» a dar que falar

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Além de manter intacta a inventividade já anteriormente demonstrada, Rui Manuel Amaral aprofunda um conjunto de técnicas narrativas que confirmam o seu talento.

Influenciado por um naipe de venerandos autores como Mário Henrique-Leiria, Rabelais, Swift, Cervantes, Sterne, Fielding ou Gógol, Rui Manuel Amaral vale-se do absurdo para impor uma inventividade a todos os títulos notável que vai muito além da brevidade que pauta estas narrativas, nas quais sobressai uma escrita tão depurada quanto cortante.

Jornal de Notícias – Babel – Sérgio Costa

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+ comentários na blogosfera

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Doutor Avalanche, já nas livrarias

 

 

O fantasma de Fabrice Borel

 

A eternidade é uma chatice. Mas cada morto tem o seu método particular de combater o tédio. O actor Fabrice Borel, por exemplo, continuou a fazer teatro depois de morrer. Era muito requisitado para desempenhar o personagem de pai de Hamlet, sendo um dos seus mais proeminentes intérpretes.

Quase todas as temporadas o fantasma de Borel regressava ao mundo dos vivos para assombrar os grandes palcos mundiais:

Hamlet, eu sou o espírito de teu pai.

E dizia o texto na sua terrível voz de morto e de forma tão convincente que o público gelava nas cadeiras, arrancando aplausos entusiásticos e excelentes críticas nos jornais.

Tudo correu muito bem ao longo de anos e anos e anos e anos. Até ao dia em que, durante uma representação no Theater an der Winkelwiese*, lhe caiu uma parte do cenário em cima, tendo tido morte imediata. A sua segunda morte, bem entendido. Depois do acidente, que comoveu o meio artístico e o público da época, decidiu abandonar em definitivo o teatro. Actualmente, dedica-se ao negócio de cavalos.

 

* Winkelwiese, 4, 8001 Zurique.

Doutor Avalanche. Nas livrarias em Outubro de 2010.

 

Está disponível para encomenda o livro «Doutor Avalanche» de Rui Manuel Amaral

Finalmente, está disponível para encomenda o livro «Doutor Avalanche», de Rui Manuel Amaral. Faça a sua pré-reserva agora, através do site da Angelus Novus, e receba o seu exemplar em casa, com desconto e portes de envio gratuitos. Em alternativa, envie o seu pedido para comercial@angelus-novus.com ou ligue 239 713 050.

Brevemente…

Doutor Avalanche – divulgação da capa

Eis a capa.

Mais info sobre o livro.

 

Doutor Avalanche – Rui Manuel Amaral

 

Novo livro de Rui Manuel Amaral, «Doutor Avalanche»

 

DOUTOR AVALANCHE.

Novo livro de Rui Manuel Amaral com a chancela da Angelus Novus.
Está a chegar!

Mais informações no blogue do livro.

Era uma vez um homem que a natureza dotara com dois corações…

Isto que Ginsberg aqui lê com tanto afinco, faz parte desta preciosidade em forma de livro.

38 semanas no top de vendas da Lapónia

Palavras para quê? É um artista portuense que escreve coisas pequeninas e agridocinhas.

Marque na sua agenda!

 

No próximo sábado, 31 de Outubro, pelas 18h00, na Galeria Santa Clara, em Coimbra, Nina Guerra e Filipe Guerra conversam com os leitores sobre Nikolai Gógol, a propósito do bicentenário do nascimento do grande autor russo. Uma oportunidade rara para ver e ouvir aqueles que têm sido os principais divulgadores da grande literatura russa em Portugal, através da sua extensa obra de tradução.

Rui Amaral lê conto

No mesmo dia e no mesmo local, mas às 22h00, Rui Manuel Amaral irá ler alguns contos breves de grandes clássicos russos que seleccionou para a ocasião.

Os livros da Angelus Novus, incluindo este, encontrar-se-ão para venda no espaço.

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O Auditório da Feira do Livro do Porto encheu para ouvir falar de Micro-Ficção

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A Sapo Notícias esteve lá:

  Sapo Notícias Micro-Ficção 

Jose Mario Silva lê Cama  Rui Manuel Amaral lê As Esplanadas da Baixa

 

 Curiosa também a selecção de excertos do debate

pelo blog da Feira do Livro:

 Blogue da Feira do Livro do Porto - Micro-Ficção

 

LEMBRETE – 10 de Junho de 2009, 18:30h, Auditório da Feira do Livro do Porto

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 Programa oficial da Feira do Livro do Porto 2009

 

É amanhã que Rui Manuel Amaral, autor de Caravana, participará no debate LITERATURA PORTÁTIL: A NOVA MICRO-FICÇÃO PORTUGUESA, a ocorrer às 18:30h, no Auditório da Feira do Livro do Porto, 2009. Os microcontos de Caravana e muitos outros livros editados pela Angelus Novus encontrar-se-ão  à venda no Clube Literário do Porto.

A vez dos leitores: Luís Pedroso

Na colecção Microcosmos, da Angelus Novus, cada volume termina com um incitamento aos leitores para que produzam também microcontos. Para esse efeito existem 4 pp. com o espaço previamente delimitado para cada microconto, sendo que o número de linhas vai diminuindo de texto para texto. Um leitor de Caravana, Luís Pedroso, respondeu ao desafio. É esse exercício que publicamos em seguida, agradecendo ao novo microcontista a autorização para publicarmos os seus contos aqui.

 

Montanha Russa

Inácio de Loyola – curioso nome – tinha apenas um prazer na vida: viajar em comboios paralelos a margens, fossem estas de rios, mares ou páginas.
Certo dia sentou-se à sua frente a nuca linda de uma jovem, que lhe prendeu a atenção. Agora que tinha a atenção presa, restavam-lhe livres a vontade e as mãos. Foi então que olhou as mãos da moça, e reparou como eram bonitas – como as dele. Seriam irmãos?
Pousou a mão ao lado da mão do mesmo braço da inocente criatura e disse aos seus dedos esguios:
– À margem das margens, ou fomos feitos para estar juntos… ou não.

 

Bife como um tártaro
 
Apetece-me contar a história de um cozinheiro de literatura e ideias, mas sendo as ideias demasiado fixas, nunca passam de cruas, apenas apropriadas a leitores crudívoros. Curiosamente conheço um crudívoro com unhas feitas de ouro e um gosto voraz por poesia rija. É que a poesia rija não passa de crua. E até conheço outro crudívoro, que por acaso tem uma dentição azul.
Quando se encontrarem certamente se vão devorar e será ouro sobre azul, sem terem que passar pelas mãos recomendáveis de nenhum cozinheiro.

 

Subsídio de férias
 
O Barão de Monte Gordo passou toda a vida as férias no mesmo quarto do mesmo hotel. Certa noite acordou invadido pelo gemido do vento, pela luz da alba e por sonhos excessivamente salgados.
Sentiu-se muito triste e desejou ser um cão que consola o dono. Lamentou, até se cansar, o facto de muitos anos antes não ter escolhido um quarto num andar mais alto.

 

O Divino autocarro
 
Os néctares os laivos os vinhos as horas as crinas as pratas os séculos. Com todo o prazer, a, ante, após, até. O motorista cego leva-nos e diz, sorrindo:
O verbo morrer.