Caderno de Memórias Coloniais

ALICE IN MY HEAD [19/11/2009]

Porque este é um livro que vou ter que dar a muita gente (“ter que dar” é mesmo a expressão correcta, pois ela escreve lindamente e há memórias que não podem ser esquecidas). Leia mais

DIVAS & CONTRABAIXOS [23/11/2009]

Não me apetece esperar pela distribuição do livro nas livrarias, eu já o encomendei. Em primeiro lugar, porque eu sei que a Isabela pensa e escreve MUITO bem. E depois, porque o tema me interessa. Leia mais

CRÓNICAS DE FRANCISCO JOSÉ VIEGAS [25/11/2009]

Já se esperava o livro: ‘Caderno de Memórias Coloniais’, de Isabela Figueiredo (edição Angelus Novus) – uma autobiografia sobre a memória de Moçambique. Escrita no fio da navalha… Leia mais

CORREIO DA MANHÃ [26/11/2009]

Ontem recomendei este livro, ‘Cadernos de Memórias Coloniais’, de Isabela Figueiredo (edição Angelus Novus) – mas o assunto merece mais destaque… Leia mais

LINHA DO NORTE [27/11/2009]

nestes tempos em que já é raro chegar alguma interessante à caixa de correio, ontem foi um dia feliz: chegou um livro. mas não um qualquer… Leia mais

THE CAT SCATS [30/11/2009]

Mas não escreve a preto e branco; escreve com o rosa salmão das mangas, o vermelho da terra, e todos os laranjas, amarelos e lilases dessa África ao mesmo tempo mítica e real, demasiado real, que é, simultaneamente, passado, presente e futuro. Leia mais

INNERSMILE [07/12/2009]

O que mais gostei no livro foi do modo desabrido como a autora se refere à situação que se vivia no Moçambique colonial, sobretudo ao nível da mentalidade do colono. A autora é muito crua ao falar nos assuntos, no racismo, no estilo de vida dos brancos, nas suas aspirações, e, depois, no confronto entre os retornados e os seus familiares da ‘metrópole’. Leia mais

A TERCEIRA NOITE [10/12/2009]

Por isso, para que tudo isso possa ser reconhecido, e possam sair dos escombros pedaços de existência injustamente esquecidos, são indispensáveis livros recém-editados como o Caderno de Memórias Coloniais, de Isabela Figueiredo… Leia mais

DA LITERATURA [24/12/2009]

A história da presença portuguesa em África está toda por contar. A história política, reduzida a sínteses enviesadas. A das pessoas comuns, por fazer. Nada sabemos das famílias fundadoras, dos pieds-noirs, dos imigrantes, dos colonos, dos militares… Leia mais

FUGIWAVE [25/12/2009]

Será interessante ler, desta vez, o relato de uma retornada moçambicana, uma vez que oiço frequentemente o lado angolano. Leia mais

XICONHOCA [27/12/2009]

Isabela não perde o pé, conta, com sobriedade, sem adjectivação escusada, esse mundo de pesadelo. O avesso da história da carochinha. Leia mais

SEM SE VER [29/12/2009]

escrita crua e violenta, assumidamente incorrecta perante cânones (os que ditam que o povo português não é racista como os outros, que traçam às mulheres interdições de certos campos de linguagem e que estipulam pudores em revelar mundos secretos – mas por isso perfeitos), escrita límpida e verdadeira, escrita confessional e analítica, escrita de um tempo sem tempo que é o da alma em convulsão… Leia mais

LER [06/01/2010]

Mesmo quando a dor atravessa as linhas, os parágrafos, a respiração não cessa, nem a enumeração de indignidades, o ajuste de contas. Exactamente isso: ajustar contas com África, a puta. Curiosos portugueses voltados para «a grande Europa», com nojo dos mosquitos e dos pretos, provincianos do Velho Continente, cheios de pó, cobertos de pó… Leia mais

JUGULAR [10/01/2010]

O seu recém-publicado ‘Caderno de Memórias Coloniais’ é a história de uma retornada que assume o racismo português. Leia mais

PEÃO [21/01/2010]

A partir das memórias de infância e adolescência, trabalhadas literariamente, somos confrontados com a sua visão do sistema colonial, do racismo, da sexualidade, do «retorno», da sociedade portuguesa… Leia mais

UM HOMEM NA CIDADE [22/01/2010]

Para além de bem escrito – Isabela escreve de uma forma crua, inteligente, irónica, com um humor subtil que raramente encontro – o livro desvenda o que era a vida na colónia e como foi vivido o processo de descolonização. Leia mais

A TERCEIRA NOITE [22/01/2010]

É por isso que um livro como o Caderno de Memórias Coloniais, de Isabela Figueiredo (ed. Angelus Novus, 2009), se torna perturbante para muitas dessas pessoas… Leia mais

RESPIRAR O MESMO AR [22/01/2010]

Outro fenómeno: quando acordei dei-me conta de que tinha viajado para a minha própria infância. Primeiro colando-se à do imaginário do livro, as brincadeiras no quartel de Mafra com as lanças confiscadas aos turras, depois outros caminhos. Leia mais

IRMAOLUCIA [22/01/2010]

Caderno de Memórias Coloniais que tanta celeuma vai levantando, afinal que é lá isso de termos uma mulher a desdizer os álbuns fotográficos bafejadinhos de nostalgia, mais aqueles romances de cordel… Leia mais

DEFENDER O QUADRADO [23/01/2010]

Caderno de Memórias Coloniais é um livro que relata, na primeira pessoa, uma experiência de vida em Moçambique, da pequena burguesia, que trabalhava e sentia como sua aquela terra. É um livro de amor pela personagem paterna, herói e devastadora desilusão por não ser herói mas apenas pessoa. É um livro de desabafo e terapêutico, como o são os livros escritos com o despojamento, a crueza e a rudeza deste. É um livro muito bem escrito que nos transporta para dentro e para fora da autora, em fragmentos que se entrelaçam sem aparente intencionalidade. É um livro que me parece não pretender fazer história nem doutrina revelando, no entanto, uma parte da verdade que poucos têm coragem de abordar, por todos os motivos que referi e por muitos outros que desconheço. Leia mais

DEFENDER O QUADRADO [20/02/2010]

Querem escrita feminina a sério? Tomem. Isabela Figueiredo, Caderno de Memórias Coloniais, editada pela Angelus Novus. Leia mais

CADEIRÃO VOLTAIRE [05/03/2010]

A cerimónia de atribuição dos prémios Monstros do Ano foi ontem apresentada no Jardim Zoológico, por Fernando Alvim. O vencedor na categoria de livros foi Caderno de Memórias Coloniais, de Isabela FigueiredoLeia mais

PARATRANSELATION [14/07/2010]

Estou convencido que este livro se converterá num dos textos literários sobre o passado colonial português mais importantes das últimas décadas. Leia mais

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